Para investir no Rio Grande do Sul, Clediney Silva só suspendeu uma atividade e assim mesmo em caráter condicional: licenciou-se, por seis meses, da Gazeta do Povo, a partir do dia 18 de junho de 1986. Um mês antes do término da licença, concedida pessoalmente pelo diretor-proprietário da Editora, doutor Francisco Cunha Pereira Filho, diante dos resultados que vinha alcançando em Porto Alegre, solicitou seu afastamento definitivo do jornal.
No início de 1987, rescindiu o último contrato de trabalho no Paraná: com a Famepar. Sua volta para o Rio Grande do Sul começou a ser delineada no dia 25 de maio de 1985, quando se casou com a gaúcha Jane Teresinha Klovan, na cidade de Camaquã, no extremo Sul do país.
Em 1989, Clediney Silva ingressou na política, pelas mãos de Fernando Collor de Mello, que abonou a sua ficha de filiação ao Partido da Reconstrução Nacional - PRN.
Convidado pelo então presidente da Comissão Diretora Provisória do Rio Grande do Sul, José Carlos Maio, o jornalista fundou o PRN em Camaquã, município com mais de 40 mil eleitores e pólo de uma das mais importantes regiões do Estado.
No dia 05 de agosto daquele ano foi um dos primeiros a realizar convenção no Estado, depois de 40 dias de trabalho na estruturação do então pequeno e desconhecido partido. Clediney foi eleito presidente do Diretório Municipal pela unanimidade dos votos dos convencionais.
A partir daí, passou a coordenar a campanha de Fernando Collor de Mello à Presidência da República em Camaquã e municípios da região. Fundou o PRN nos municípios de Cristal, Amaral Ferrador e Dom Feliciano, ao mesmo tempo em que lutava para unir as forças políticas, empresariais e comunitárias em torno da coligação Brasil Novo.
Foi recompensado: em dezembro, o coordenador da campanha no Rio Grande do Sul, então senador Carlos Alberto Chiarelli (ministro da Educação no Governo Collor), indicou-o coordenador municipal, num ato de reconhecimento do movimento suprapartidário que apoiou o candidato no Estado.
O ato foi formalizado pelo advogado Zilmar Vasconcelos, coordenador jurídico de fiscalização a nível estadual e, na eleição pelo segundo turno, Clediney Silva foi delegado municipal da coligação Brasil Novo, representando o PRN, PTR, PSC e PST, delegado de votação e delegado de apuração. Para conciliar todas essas atividades, transferiu sua residência para Camaquã, onde comemorou a vitória de Fernando Collor de Mello com uma das maiores carreatas que a cidade já viu em toda a sua existência.
sábado, 15 de setembro de 2007
No Rio Grande do Sul demonstra iniciativa e faz sucesso na política
Postado por
CLEDINEY
às
22:41
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Jornalista - Site Oficial -


Nenhum comentário:
Postar um comentário