sábado, 15 de setembro de 2007

O jornalismo como meio de sobrevivência e realização pessoal


No final de 1975, Clediney Silva "adotou" a imprensa como meio de sobrevivência e realização pessoal. Foi trabalhar como redator do jornal Fato Ilustrado, de Canoas, recebendo dias depois posição de destaque, sob o comando de Mário Masson Nogueira.

O mesmo espírito empreendedor que o levou para Curitiba dois anos depois, o fez subir a Serra Gaúcha e aportar em Bento Gonçalves, onde foi contratado como repórter do jornal O Eco do Vale. No início do ano seguinte, deixou O Eco... e foi trabalhar com Henrique Alfredo Caprara, diretor do jornal Semanário, na criação de uma rede de três jornais na região, juntamente com o irmão Clésio.


Durante o lançamento do Jornal de Farroupilha, no final de década de 70, Clediney Silva entrega um exemplar da primeira edição para o então juiz diretor do Fórum da Comarca

Com Clésio, projetou e lançou o Jornal do Prata, em Nova Prata; Jornal de Farroupilha, em Farroupilha; e o Jornal de Veranópolis, em Veranópolis, embriões da futura Companhia Jornalística da Região dos Vinhedos. Em agosto de 1977, voltou ao jornal O Eco do Vale, de onde saiu no início de 1978, para outra vez trabalhar com Caprara, desta vez na formação da Companhia Jornalística da Região dos Vinhedos, sociedade anônima que absorveu os três periódicos lançados nos municípios de Nova Prata, Farroupilha e Veranópolis e fez circular a Gazeta de Bento, um semanário com até 48 páginas, em Bento Gonçalves.

Contratado como editor, Clediney Silva logo assumiu também as funções de gerente, chegando a ser responsável diretamente pela edição simultânea de quatro jornais. Foi nessa empresa que o jornalista adquiriu a maior parte de sua vasta experiência em reportagem, redação, edição, diagramação e direção de periódicos. No final de 1978, fez acordo com seu amigo Luiz Augusto Signor, então diretor administrativo da empresa, e veio suportar os altos e baixos do clima curitibano.

Nenhum comentário: