Como enviado especial da Gazeta do Povo, Clediney Silva participa de entrevista coletiva com Defim Neto, o então todo-poderoso ministro do Governo Figueiredo
Quando Clediney Silva deixou seu emprego de 15 mil cruzeiros no Rio Grande do Sul para ganhar 4.600 no Paraná, em meados de 1978, muitos não compreenderam sua decisão. De gerente-editor da Companhia Jornalística da Região dos Vinhedos, de Bento Gonçalves, onde editava quatro periódicos simultaneamente, o jornalista passou a repórter da Gazeta do Povo, de Curitiba, deixando para trás um passado de realizações.
Na verdade, estava tão somente dando continuidade a uma brilhante carreira de homem de comunicação. Logo demonstrou claras inclinações para a emocionante arte de escrever e suas primeiras crônicas saíram publicadas na Gazeta Informativa, pequeno e inexpressivo jornal de sua cidade natal - Dom Feliciano, no rincão gaúcho.
Formou-se técnico em contabilidade, mas os números não eram seu negócio. "Prefiro as letrinhas" - costuma dizer. Em fevereiro de 1974, começou a desempenhar as funções de correspondente do jornal O Camaquã, da cidade do mesmo nome, e logo em seguida passou à condição de repórter, acumulando as funções de correspondente da Rede Brasil Sul, editora da Zero Hora, de Porto Alegre, e proprietária da Rádio Gaúcha, para quem cobriu as eleições de novembro de 1974 e 1976.
Durante algum tempo, Clediney Silva assinou uma coluna na Gazeta de Bento, que teve grande repercussão, utilizando uma foto enigmática, Já em Curitiba, trabalhando para a Gazeta do Povo, faz o "V" da vitória, durante cobertura de evento em Foz do Iguaçu
sábado, 15 de setembro de 2007
Um salto, do começo, aos 11 anos, no interior do Rio Grande do Sul, até a grande imprensa
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O jornalismo como meio de sobrevivência e realização pessoal
No final de 1975, Clediney Silva "adotou" a imprensa como meio de sobrevivência e realização pessoal. Foi trabalhar como redator do jornal Fato Ilustrado, de Canoas, recebendo dias depois posição de destaque, sob o comando de Mário Masson Nogueira.
O mesmo espírito empreendedor que o levou para Curitiba dois anos depois, o fez subir a Serra Gaúcha e aportar em Bento Gonçalves, onde foi contratado como repórter do jornal O Eco do Vale. No início do ano seguinte, deixou O Eco... e foi trabalhar com Henrique Alfredo Caprara, diretor do jornal Semanário, na criação de uma rede de três jornais na região, juntamente com o irmão Clésio.
Durante o lançamento do Jornal de Farroupilha, no final de década de 70, Clediney Silva entrega um exemplar da primeira edição para o então juiz diretor do Fórum da Comarca
Com Clésio, projetou e lançou o Jornal do Prata, em Nova Prata; Jornal de Farroupilha, em Farroupilha; e o Jornal de Veranópolis, em Veranópolis, embriões da futura Companhia Jornalística da Região dos Vinhedos. Em agosto de 1977, voltou ao jornal O Eco do Vale, de onde saiu no início de 1978, para outra vez trabalhar com Caprara, desta vez na formação da Companhia Jornalística da Região dos Vinhedos, sociedade anônima que absorveu os três periódicos lançados nos municípios de Nova Prata, Farroupilha e Veranópolis e fez circular a Gazeta de Bento, um semanário com até 48 páginas, em Bento Gonçalves.
Contratado como editor, Clediney Silva logo assumiu também as funções de gerente, chegando a ser responsável diretamente pela edição simultânea de quatro jornais. Foi nessa empresa que o jornalista adquiriu a maior parte de sua vasta experiência em reportagem, redação, edição, diagramação e direção de periódicos. No final de 1978, fez acordo com seu amigo Luiz Augusto Signor, então diretor administrativo da empresa, e veio suportar os altos e baixos do clima curitibano.
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Carreira brilhante em Assesssoria de Imprensa
No início da década de 80, já em Curitiba, Clediney Silva assessora o secretário estadual de Desenvolvimento dos Municípios, Saul Raiz, que em 82 viria a disputar o Governo do Estado
Em maio de 1981, Clediney Silva foi convidado pelo jornalista João Silveira Filho a integrar a equipe de redação da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Desenvolvimento dos Municípios, órgão recém criado e dirigido pelo engenheiro Saul Raiz.
Com a desincompatibilização deste para concorrer ao Governo do Estado do Paraná, permaneceu na Secretaria, onde havia assumido o arquiteto e urbanista Lubomir Ficinski. Também atuou, integrando a equipe comandada por Silveira Filho, no comitê eleitoral do candidato do PDS.
Por sua atuação na Gazeta do Povo e, em conseqüência da grande penetração desse diário junto aos leitores do Paraná, Clediney Silva acabou recebendo convites para prestar assessoria de imprensa e relações públicas à várias entidades de Curitiba e mesmo do interior.
Entre elas, se incluíram a Secretaria dos Recursos Humanos do Paraná, ao tempo do secretário Segismundo Morgenstern; o capítulo paranaense do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, quando era mestre o professor Affonso Antoniuk; a Prefeitura de Palmas, na gestão do prefeito José Ferreira de Almeida; a Companhia de Urbanização de Curitiba, nas administrações de Rubens Teig e Bayard Osna; a Federação dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário, com o presidente Aparecido de Souza; e a sucursal paranaense da Companhia Brasileira de Alimentos, quando o professor Antoniuk assumiu a sua direção no Paraná.
Também recebeu convites para assessorar as diretorias da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), nas duas últimas gestões do presidente Altavir Zaniolo; da Empresa de Obras Públicas do Estado do Paraná (Emopar), cedido pela Fundação de Assistência aos Municípios do Estado do Paraná (Famepar); da Sociedade Paranaense de Anestesiologia e da Cooperativa Paranaense dos Anestesiologistas, nas administrações, respectivamente, dos doutores Sérgio Bernardo Tenório e João Carlos Boza (SPA) e Manoel Antônio Almeida Neto (Copan); da Cooperativa de Serviços Médicos e Hospitalares de Curitiba (Unimed), na gestão do presidente doutor Walter Marsola; e da Federação dos Trabalhadores no Comércio do Estado do Paraná, então presidida pelo sindicalista José Roque da Silva.
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No Rio Grande do Sul demonstra iniciativa e faz sucesso na política
Para investir no Rio Grande do Sul, Clediney Silva só suspendeu uma atividade e assim mesmo em caráter condicional: licenciou-se, por seis meses, da Gazeta do Povo, a partir do dia 18 de junho de 1986. Um mês antes do término da licença, concedida pessoalmente pelo diretor-proprietário da Editora, doutor Francisco Cunha Pereira Filho, diante dos resultados que vinha alcançando em Porto Alegre, solicitou seu afastamento definitivo do jornal.
No início de 1987, rescindiu o último contrato de trabalho no Paraná: com a Famepar. Sua volta para o Rio Grande do Sul começou a ser delineada no dia 25 de maio de 1985, quando se casou com a gaúcha Jane Teresinha Klovan, na cidade de Camaquã, no extremo Sul do país.
Em 1989, Clediney Silva ingressou na política, pelas mãos de Fernando Collor de Mello, que abonou a sua ficha de filiação ao Partido da Reconstrução Nacional - PRN.
Convidado pelo então presidente da Comissão Diretora Provisória do Rio Grande do Sul, José Carlos Maio, o jornalista fundou o PRN em Camaquã, município com mais de 40 mil eleitores e pólo de uma das mais importantes regiões do Estado.
No dia 05 de agosto daquele ano foi um dos primeiros a realizar convenção no Estado, depois de 40 dias de trabalho na estruturação do então pequeno e desconhecido partido. Clediney foi eleito presidente do Diretório Municipal pela unanimidade dos votos dos convencionais.
A partir daí, passou a coordenar a campanha de Fernando Collor de Mello à Presidência da República em Camaquã e municípios da região. Fundou o PRN nos municípios de Cristal, Amaral Ferrador e Dom Feliciano, ao mesmo tempo em que lutava para unir as forças políticas, empresariais e comunitárias em torno da coligação Brasil Novo.
Foi recompensado: em dezembro, o coordenador da campanha no Rio Grande do Sul, então senador Carlos Alberto Chiarelli (ministro da Educação no Governo Collor), indicou-o coordenador municipal, num ato de reconhecimento do movimento suprapartidário que apoiou o candidato no Estado.
O ato foi formalizado pelo advogado Zilmar Vasconcelos, coordenador jurídico de fiscalização a nível estadual e, na eleição pelo segundo turno, Clediney Silva foi delegado municipal da coligação Brasil Novo, representando o PRN, PTR, PSC e PST, delegado de votação e delegado de apuração. Para conciliar todas essas atividades, transferiu sua residência para Camaquã, onde comemorou a vitória de Fernando Collor de Mello com uma das maiores carreatas que a cidade já viu em toda a sua existência.
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O retorno ao Paraná e o sucesso na ação pública
Flagrante de um dos intervalos do debate, aparecendo à direita (de bigode), o candidato Luiz Carlos Setim, que venceu as eleições, foi reeleito em 2000, administrando São José dos Pinhais pelo período de oito anos
Em 1992, Clediney Silva decidiu retornar ao Paraná, onde havia deixado muitos amigos e, da mesma forma que no Rio Grande do Sul, um passado de realizações na área da imprensa. Em novembro, foi contratado como repórter pelo jornal Indústria e Comércio e, um dia depois, levado à categoria de editor, sendo responsável pela elaboração dos cadernos especiais da Editora. Também foi, durante quase um ano, editor do caderno Cooperativa e Agrobusiness, que circulava diariamente.
Em janeiro de 1993, foi indicado pelo jornalista Aroldo Gomes Murá Haygert para trabalhar com o ex-deputado Airton Cordeiro na estruturação dos serviços de imprensa da Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais, na recém iniciada gestão do prefeito João Batista Ferreira da Cruz. Começou como assessor de imprensa e, com a criação da Secretaria Municipal de Articulação com a Comunidade, então ocupada por Airton Cordeiro, foi nomeado diretor do Departamento de Comunicação, cargo que desempenhou até o final daquela gestão.
Clediney Silva, já de volta ao Paraná, nos estúdios da CNT, durante intervalo de debate das eleições municipais de 1996, assessorando o candidato a prefeito de São José dos Pinhais, Airton Cordeiro
Com a posse do prefeito Luiz Carlos Setim, em janeiro de 1997, Clediney Silva foi nomeado chefe de Imprensa da Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais, cargo que ocupou até 07 de junho de 2002. Nessa data, foi elevado às funções de diretor do Departamento de Apoio Operacional, vinculado à Área de Comunicação Social da Prefeitura, para ocupar as funções de diretor de Redação.
No início de 1999, o prefeito Luiz Carlos Setim já havia nomeado o jornalista como membro titular do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural do município (Compac), cargo para o qual foi reconduzido, em 2001, para mais um mandato de dois anos.
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Em todas as ações, o jornalismo sempre presente
Clediney Silva é um dos destaques de "O Manual Clandestino", de Anselmo de Souza, que fez o maior sucesso em todo o Brasil. Na Lista Dinâmica, publicada na contracapa, Clediney Silva aparece ao lado de personalidades brasileiras como Jô Soares, Fernando Henrique Cardoso Juarez Machado e Luiza Erundina
O jornalista Clediney Silva é um dos destaques da publicação O Manual Clandestino, de autoria do jornalista Anselmo de Souza, que fez o maior sucesso em todo o Brasil. Em formato de bolso, a publicação traz “crônicas e charges com alvo certo: o coração do poder”, com uma alfinetada sarcástica já na capa: “Em defesa dos corruptos... Mas só os bichinhos da praia! ...e pau nos demais!”.
Na Lista Dinâmica, publicada na contracapa (“pessoas físicas e virtuais sem as quais está obra seria quase impossível”), Clediney Silva aparece ao lado de personalidades como Jô Soares, Juarez Machado, Wilson Pacheco, Fernando Porto, Campos Machado, Luiza Erundina e Fernando Henrique. Aí, mais uma alfinetada: o autor informa que as pessoas citadas em azul podem ser encontradas na internet; já os em laranja (somente Fernando Henrique), podem receber recados de Bush ou Jota Chirac.
No começo dos anos 90, Clediney Silva passou uma temporada em sua cidade natal, ao mesmo tempo em que via a imagem de Fernando Collor se desgastar, e não deixou por menos. Escreveu um artigo de fundo para a revista Globo Rural, editado pela Editora Globo, que tornou a cidade conhecida no Brasil inteiro. Eam "As histórias de Dom Feliciano..."
Durante todo o ano de 2001, Clediney Silva manteve uma coluna diária na Tribuna de São José dos Pinhais, o tradicional jornal da Cidade, agora com 50 anos de circulação ininterrupta - a coluna Clediney Silva Informa, que fez muito sucesso junto a todos os segmentos da sociedade e que foi durante muito tempo veiculada em versão eletrônica através da internet. Também colabora com vários periódicos que circulam na região.
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Direito: Em 2004, a oportunidade de realizar um grande sonho
Já no primeiro ano, Clediney Silva conquista o primeiro prêmio do mais importante concurso da faculdade.
No final do milênio passado, como costuma fazer com freqüência, para atender pedidos de autoridades e empresários, Clediney Silva acompanhou o reitor da Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro, professor phD Almeri Paulo Finger, em uma visita ao diretor da Rede Paranaense de Comunicações (TV Paranaense Canal 12 e Gazeta do Povo, entre outros veículos), jornalista Francisco Cunha Pereira Filho.
Na oportunidade, Finger também estava acompanhado pelo doutor Paulo Gama Filho, chanceler da mesma instituição de ensino, e pelo assessor de Comunicação, Paulo Oscar Finger.
No início de 2004, Clediney Silva volta aos bancos escolares para realizar um velho sonho: fazer o curso de Direito.
O objetivo da visita de cortesia era comunicar ao eminente jornalista, conforme registrado pela Gazeta do Povo no dia seguinte (reprodução acima), a instalação, em São José dos Pinhais, de um campus avançado, que recebeu o nome de Centro de Educação Universitária (CEU), ocupando uma área de 76 mil metros quadrados.
Não imaginava Clediney Silva que, anos depois, com a implantação do curso de Direito, em 2004, viria a fazer parte da primeira turma de acadêmicos da então criada Faculdade Metropolitana de Curitiba (Famec). Atualmente, o acadêmico freqüenta o sétimo período, devendo se formar bacharel no final de 2008.
Em julho de 2006, Clediney Silva preside uma delegação de estudantes e universitários à Polônia. Aqui, se reúne com o reitor da Universidade de Konin e o diretor-geral da Famec, Almeri Paulo Finger.
Paralelamente ao curso de Direito, Clediney Silva freqüenta o Curso de Gestão Pública, ministrado pela Escola Técnica da Universidade Federal do Paraná, em convênio com a Prefeitura de São José dos Pinhais.
Também é presidente do Lions Clube São José dos Pinhais Norte; presidente do Conselho Fiscal da Associação dos Funcionários Públicos Municipais; membro do Conselho Superior da Faculdade Metropolitana de Curitiba; e membro da Comissão Permanente de Avaliação da mesma Instituição,
Em setembro de 2007, assumiu o cargo de coordenador-adjunto do Comitê Aeroporto do Grujo de Ações Federativas (GIAF) da Associação Paranaense de Imprensa (API), além de participar de várias entidades públicas e particulares.
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Dedicação integral aos programas de intercâmbio internacional
Na Polônia, em 2003, Clediney Silva visita as famosas Minas de Sal de Cracóvia, juntamente com uma comitiva de autoridades e convidados de São José dos Pinhais. Aqui, em foto fornecida pelos anfitriões, tirada a 100 metros de profundidade, naquela que é uma das mais importantes capelas daquele país
Desde 1997, Clediney Silva participa de programas de intercâmbio cultural com vários países, principalmente da Europa. Tudo começou ainda no final da gestão do prefeito João Ferreira, quando o professor Leopoldo Scherner, pró-reitor da Pontifícia Universidade do Paraná (PUC), trouxe para São José dos Pinhais um grupo de portugueses de Montemor-O-Velho, com a proposta de estabelecer acordo de geminações entre as duas comunidades.
A iniciativa tem uma explicação lógica: Curitiba, a Capital paranaense, que dista apenas 14 quilômetros de São José dos Pinhais, é cidade-irmã de Coimbra, situada no Vale do rio Mondego, bem nas proximidades de Montemor-O-Velho. No início, as negociações não evoluíram muito, mas andaram depressa a partir da posse do prefeito Luiz Carlos Setim, ocorrida em janeiro de 1997.
Já em abril daquele mesmo ano os brasileiros recebiam a primeira delegação de portugueses. A visita foi retribuída, via Espanha, em setembro do mesmo ano, e Clediney Silva fez parte da delegação como diretor de Comunicação do Comitê de Geminações de São José dos Pinhais, fundado para gerenciar esses programas e que, então, tinha na presidência o professor Engelbert Schlögel. A cada ano, São José dos Pinhais recebe uma comitiva de portugueses no mês de abril e manda uma delegação de autoridades e convidados em setembro, as duas viagens coincidindo com as datas de comemorações históricas.
Em setembro de 1999, a convite da Associação Cultural Polônia-Brasil, presidida por Leonardo Tyszka Neto, Clediney Silva fez sua primeira viagem à Polônia, passando pela Alemanha, França e Itália. Em Roma, recebeu das mãos do então secretário para Assuntos Internacionais do Campidoglio, Paolo Gentillone, a Comenda Francesco Borromini, com certificado de garantia do Instituto Poligrafico e Zecca Dello Stato, com 85 gramas de ouro e 52 de prata, além de seu valor histórico inestimável.

Na Polônia, fez questão de aproximar as autoridades daquele país do Leste Europeu com a cidade de São José dos Pinhais, o que resultou, já no ano seguinte, na assinatura de um convênio com a cidade de Ostroleka, que enviou uma professora (Danuta Deptula), para dar aulas sobre dança, folclore, música, comidas típicas e outros temas, na Colônia Murici, povoada em sua maioria por descendentes de poloneses.
Um ano depois, outra delegação visitou São José dos Pinhais e, desta vez, foi a vez do prefeito Luiz Carlos Setim firmar acordo de cooperação com o Distrito de Póznan, situado na região central da Polônia. Em seguida, vieram dois estudantes daquele país passar dois meses no Brasil (estudando a língua portuguesa e conhecendo boa parte do sul do Brasil) e, em, 2003, foi a vez de São José dos Pinhais enviar uma pianista (Semitha Cevallos) para passar um ano no Distrito de Póznan, com o objetivo de se especializar em Chopin.
Em agosto do mesmo ano de 2003, Clediney Silva acompanhou uma comitiva de autoridades e convidados dos Estados do Paraná e Santa Catarina à França e Polônia, passando por Portugal. Com esse grupo, ficou até o dia 10 de setembro, quando recebeu uma nova comitiva de lideranças são-joseenses, presidida pelo prefeito Luiz Carlos Setim. No total, a viagem durou 17 dias, visitando praticamente toda a Polônia, onde percorreu 6000 quilômetros via rodoviária, do extremo norte, onde se situa Gdanski, junto ao Mar Báltico, até o extremo Sul, em Rabka do Sul e Zacopane.
No começo de 2004, recebeu, juntamente com a Associação Cultural Polônia Brasil e o Comitê de Geminações de São José dos Pinhais, mais uma delegação polonesa - a maior que já veio, com 36 personalidades, incluindo as mais expressivas lideranças do país.
Em julho de 2006, retornaria outra vez a Polônia, com passagem pela Itália, com dois objetivos específicos: estabelecer programas de intercâmbio de sua faculdade, a Famec, e de sua cidade, Dom Feliciano (RS), com universidades e municípios poloneses. Nesse sentido, inclui na delegação oficial o diretor geral da faculdade, Almeri Paulo Finger, e o presidente da Câmara de Vereadores de Dom Feliciano, Paulo Job, além de professores e políticos do Paraná e Rio Grande do Sul.
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Pioneirismo e sucesso também no mundo virtual
No início de 2007, Clediney Silva fundou o primeiro Centro de Tradições Gaúchas Estância Celeste Brasil virtual do mundo, utilizando a plataforma do programa Second Life, metaverso hoje com quase 10 milhões de habitantes (avatares), exatamente no momento em que o Second Life começava a ganhar amplitude nacional. Desde então, o empreendimento vem construindo uma história de luta, garra e sucesso, retratando com fidelidade no mundo virtual os passos heróicos do povo gaúcho. Instalado inicialmente em uma ilha estrangeira, o CTG encontra-se atualmente na Ilha Brasil Porto Alegre.
Com um tráfego diário médio de 5.000 pessoas, segundo medições da própria Linden Lab e que podem ser consultadas diretamente no local por qualquer interessado, o CTG está instalado em uma área total de 3.500 s.q.m. (metros quadrados simulados), ocupando um quarteirão ao lado da Usina do Gasômetro. Além do patrão Bloguinho Bourgoin, avatar do jornalista Clediney Silva, a entidade é comandada por dois capatazes, Thomas Taov e Toninho Barzane, este último contando com o inestimável auxílio de sua esposa Silvia Hynes, os filhos Juliana Boyle e Carravetta Fierrens e a nora Daiiia Garfield.
O CTG possui dois locais de baile – um galpão aberto e um salão fechado –, além de fogo de chão com churrasco e arena de rodeio. No porão do salão fechado está o escritório da patronagem, os estúdios da Rádio CTG Brasil, também, por ela fundada, e uma exposição de quadros com notícias publicadas pela imprensa nacional. Outro importante apoio à cultura gaúcha é dado pela loja Xergão, grife criada pela jornalista Clediney Silva, que oferece pilchas completas e vestidos de prenda confeccionados pela estilista Cherno Boram, além de camisetas do CTG Estância Celeste Brasil.
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Profissional a serviço da Comunidade
Clediney Silva nasceu na cidade de Dom Feliciano, Rio Grande do Sul, Brasil. É filho de Valter Antunes da Silva e de Eva Terezinha Boeira da Silva e tem três irmãos: Clésio, jornalista; Clenio, bancário; e Rubem, servidor público federal.


Eva Terezinha e Valter Antunes da Silva, pais de Clediney Silva, em foto histórica da metade do último século do milênio passado. O jornalista tem dois filhos: Caroline, nascida a 11 de dezembro de 1987, e Edward, que nasceu no dia 20 de abril de 1990.
De volta ao Paraná, em 1992, Clediney Silva encontrou em Maria de Lourdes Sechi a companhia ideal, sua alma gêmea, aqui durante jantar comemorativo do retorno de uma viagem à Europa, na casa do então prefeito Luiz Carlos Setim
C O N T A T O S:
Sites:
www.clediney.com.br - www.clediney.blog.br - www.bogspot.com -www.ctgbrasil.com - www.secondlife.blog.br
E-mail:
clediney@clediney.com.br - clediney.silv@sjp.pr.gov.br
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